
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, enviou à Corregedoria da Casa pedidos para o afastamento por até seis meses de 14 deputados da oposição e de uma deputada do PT, todos envolvidos no motim que paralisou os trabalhos legislativos nos últimos dias. Entre os acusados estão parlamentares do Partido Liberal (PL) e do Novo, que ocuparam a Mesa Diretora da Câmara para obstruir a retomada das sessões, além da deputada petista acusada de agressão a um colega.
A Mesa Diretora da Câmara tomou a decisão após reunião nesta sexta-feira (8), visando permitir a apuração rigorosa dos fatos. As denúncias passarão pela Corregedoria Parlamentar e, depois, seguirão para o Conselho de Ética, que decidirá sobre as sanções cabíveis.
O grupo de deputados responde por atos que incluem obstrução da Casa, agressões e uso irregular da estrutura do plenário. Alguns acusados alegam que os protestos visavam defender posições políticas, enquanto opositores ressaltam que a conduta representa desrespeito às instituições democráticas.
A crise provocada pelo motim levou a ampla repercussão e mobilização interna na Câmara para garantir o funcionamento normal do Legislativo. O presidente Motta enfatizou a necessidade de preservar o respeito às normas e à ordem parlamentar.
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