
Um caso inusitado e preocupante voltou a acontecer no sul da Bahia. O idoso Antônio Cajueiro, de 74 anos, morador de Camacan, foi considerado morto pelo INSS pela segunda vez, após um erro de registro em um cartório de Teixeira de Freitas. O problema causou o bloqueio do benefício previdenciário a que ele tem direito.
Segundo informações divulgadas pelo G1, o idoso já havia enfrentado a mesma situação em 2019, quando precisou recorrer à Justiça para provar que estava vivo e restabelecer o pagamento da aposentadoria. Desta vez, um novo atestado de óbito, supostamente emitido em abril de 2023, foi apresentado por sua ex-esposa, com quem ele teve filhos.
O documento, que teria sido feito com base em um laudo médico assinado por um profissional não identificado, afirmava que o homem havia falecido em 2002. “O óbito dele foi informado pela ex-esposa junto ao cartório, mas não se sabe qual documentação foi usada para declarar a morte nem como o cartório aceitou, já que ele está vivo”, explicou o advogado Eduardo Mattos, que representa Antônio.
O caso será investigado para esclarecer as responsabilidades pelo erro e garantir que o idoso volte a ter acesso ao benefício bloqueado.
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